O operário da construção ao lado
tem um monte de pregos na boca
Tira um
encosta na tábua
mira na cabeça
e sapeca o martelo
Ai! - grita o prego
Ai! - grita tábua
Ai! - grita o martelo
Pega outro prego,
mesmo ritual,
e sapeca o martelo
... no dedo!
Ai! - grita o operário
E os três riem da cara dele!
22/12/80
Olá, gente. Sim, ando ausente e sem visitar os amigos, mas ainda estou por aqui ... rsss. Hoje é dia de festa, coloquei mais um completo na minha conta de quarentão.
O poema é de 1980 e, como a alma ainda é adolescente, achei que era um bom presente de aniversário para o blog. Coisa de criança grande ...
sábado, 30 de janeiro de 2010
segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
Soneto para Cláudia
A pele é morena
o olhar sereno
a voz se aproxima
num mais conversar
Sorri
franze os olhos
cabelos vão presos
porém ela não
No corpo esguio
de um magro bonito
bermudas, chinelos
Caminha, vai livre
desfila sorrindo
pelo Guarujá
16/11/82
o olhar sereno
a voz se aproxima
num mais conversar
Sorri
franze os olhos
cabelos vão presos
porém ela não
No corpo esguio
de um magro bonito
bermudas, chinelos
Caminha, vai livre
desfila sorrindo
pelo Guarujá
16/11/82
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