Meu amor
Diz pra mim
Que essa canção traz pra você algo assim
Como o frescor de uma manhã à beira mar
Brisa suave que perfuma seu caminhar
Diz assim
Só pra mim
Que o infinito para onde vai o seu olhar
Borda de encontro, linha em contraste do céu e o mar
Traz a sua mente nossa estória a recordar
Laura
Laura
Mesmo se não estás perto de mim
Ouço sua voz dizendo eu vim
Sempre me trazendo a sensação
Do eterno rir do coração
Não tem fim
Sempre assim
Basta o piscar dos olhos meus para lembrar
No pensamento te trazer para dançar
A melodia que eu compus por te amar
Diga sim
Só pra mim
Ainda que o longe seja agora o meu estar
Não dê ouvidos às palavras que eu soltar
Pois a verdade só se exprime no meu olhar
Laura
Laura
Preto e branco são vida sem cor
Lua que não reflete um grande amor
Tenho que fazer a confissão
Sem você o dia é solidão 13/07/2010
Obs.: Laura é personagem da crônica "Chuva", publicada nesse blog em janeiro de 2009, em três posts. Esse poema é a letra da melodia criada para ela, feita nesse mês de julho, e retrata o sentimento da outra personagem, Carlo, que é músico.
quinta-feira, 15 de julho de 2010
segunda-feira, 5 de julho de 2010
Correnteza
Não perca o lume
Por uma gota de ciúme
Noite sem luz
Lua debaixo dos lençóis
Manhã de Sol nublado
Amor sem ser amado
Não feche o semblante
Nem tire da estante
A prateleira dos livros
Das linhas de versos
Porções de universos
Que chamamos de estrofes
Não tire, jamais
O sorriso do rosto
Do fundo da minha retina
Seu jeito de menina
Que tanto faz encantar
Deixe correr solto
Todo esse sentimento
Escorrer peito afora
Beijo que demora
Brilho no olhar
A cada desvio teu
A escada ganha um degrau
A mão fica distante
O tempero sai sem o sal
Perde o brilho o diamante
Não deixe outros nãos
Invadirem seu poema
Travarem suas estrofes
Te afastarem de mim
É apenas um pedido
Bilhete assim mandado
Desejo de ter ao lado
Seu sorriso sem fim
05/07/2010
Por uma gota de ciúme
Noite sem luz
Lua debaixo dos lençóis
Manhã de Sol nublado
Amor sem ser amado
Não feche o semblante
Nem tire da estante
A prateleira dos livros
Das linhas de versos
Porções de universos
Que chamamos de estrofes
Não tire, jamais
O sorriso do rosto
Do fundo da minha retina
Seu jeito de menina
Que tanto faz encantar
Deixe correr solto
Todo esse sentimento
Escorrer peito afora
Beijo que demora
Brilho no olhar
A cada desvio teu
A escada ganha um degrau
A mão fica distante
O tempero sai sem o sal
Perde o brilho o diamante
Não deixe outros nãos
Invadirem seu poema
Travarem suas estrofes
Te afastarem de mim
É apenas um pedido
Bilhete assim mandado
Desejo de ter ao lado
Seu sorriso sem fim
05/07/2010
Assinar:
Postagens (Atom)