Não há nada mais horizonte que o mar
Nada com mais vastidão
Em ondas ou calmaria
Caminho sem rota
Rumo sem ser
Corpo que recebe
Quem por ele quiser singrar
Basta vela e vento
Que num pequeno momento
Está a nau a balançar
Na ponta da proa
Um olhar à toa
Mirando o infinito sem nada ver
Um mais querer
A pulsar no coração
Um não ligar
Ao se formar o nevoeiro
Um sentir que não importa
A visão ou falta dela
Pois a alma do olhar
Está no leme do veleiro 26/07
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3 comentários:
As vezes nos vemos envoltos em misteriosos nevoeiros.. mas sempre há a esperança de que depois dele virá algo melhor..
Abraço
Léo
E a tonta, acostumada demais com o Face, a procurar o "curtir", só para ficar lendo e relendo o que é um sentimento, essa quase ressaca...
beijocas
Parabéns pelo Blog!
É de uma sensibilidade incrível, além da riqueza dos detalhes me faz sentir como se eu estivesse vivendo ou presenciando a história!!
Beijos
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